segunda-feira, 3 de março de 2014

Uma viagem inesperada

Há coisas na vida que acontecem porque planejamos, as vezes com um bom tempo de antecedência, meses ou até mesmo anos, e nem sempre sai do jeito que a gente quer. E daí ficamos frustrados, chateados, decepcionados. É assim mesmo, acontece comigo, com você e com todo mundo.

Mas existem coisas que nós não esperávamos que acontecesse, e poder ser coisas que mudam sua vida de uma hora para outra, sem nenhuma explicação, acreditando ser o acaso, a mão de Deus ou o caminho traçado da sua existência.

Eu gosto de chamar esse evento de viagem inesperada, quando você pensa que algo vai ser líquido e certo e muda completamente de uma hora para outra, como uma viagem que não estava programada. É como se sua tia ligasse na sexta-feira te convidando para passar o fim de semana no interior, você pode até hesitar um pouquinho, mas aceita. E no final foi um passeio maravilhoso.

Tive uma experiência assim no ano de 2013. Como toda futura universitária, estava ansiosíssima para ingressar no curso de Letras, já tinha feito a matrícula e tudo. No entanto, dia 2 de fevereiro, dois dias antes de começar as aulas, recebi um telefonema da Universidade dizendo que não tinham pessoas suficientes para abrir a classe e precisaria optar por outro curso. 

No começo, meu mundo desabou! Fiquei totalmente perdida por alguns minutos, pensando que tinha recebido um trote. Aos poucos, fui me recompondo e me lembrei do meu antigo sonho de fazer Jornalismo, parece obra do destino. Eu tenho que ser jornalista e não professora.

Sabe qual foi a conclusão que eu tirei disso tudo? É que existem coisas já escritas para nós, parece alguém lá no céu preparou pra gente determinado acontecimento, e pode crer, na maioria das vezes, é algo maravilhoso!

Então não fique triste se algo não foi ou não é da maneira que esperava, é pra ser assim mesmo! Já percebi que a tal hora certa não existe. Existe apenas a hora! E se sua vida estiver parada, sem movimento, quem sabe não tem uma viagem inesperada a caminho?

Com amor,
Babi

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Após um tempo refletindo...

Deixei de escrever por exatamente 20 dias meu caro amigo, mas acredite, falta de criatividade e de tempo não foi. Decidi me afastar um pouco, pois acredito que todo mundo precisa tirar umas férias de vez em quando, se distanciar daquilo que mais gosta, para ver se realmente é o que quer.

Acredito plenamente que é super importante esse tempinho, em todos os lados da vida, seja no trabalho, na faculdade, nos relacionamentos, até mesmo na própria família, porque cá entre nós, não enche um pouco o saco ver alguns parentes por muito tempo, e muitas vezes seguidas? Eu pelo menos, acho!

É ótimo parar e pensar nas coisas que fez e que faz, se está atingindo os seus objetivos, se errou em algo ou com alguém, férias é também um momento de reflexão. Refletir sobre os acontecimentos a sua volta, pensar no que fez de bom para continuar fazendo e no que fez de errado para não repetir o erro nunca mais.

Peço desculpas se demorei muito, entretanto espero que entenda os meus motivos e penso que você tenha se identificado com um pouquinho do que escrevi acima.

Agora vou procurar escrever mais, prometo!


Com amor,
Babi

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

A fênix


Uma garota aflita,
Perdida no meio da estrada.
Chovendo numa tarde tenebrosa,
Com o coração apertado, entalado na garganta.

Sua única saída é correr,
Para não perder o último ônibus
Para ter a esperança de
Chegar em casa.
E se recuperar

Seu corpo e alma estavam quebrados,
Apenas seu coração estava inteiro.
Mesmo apertado em sua garganta,
Estava inteiro.

Após horas em uma chuva torrencial,
Ela toma o coletivo para casa.
Lá chegando, tentou recolher
Os ossos quebrados.

Algum tempo se passou,
A fênix renasceu das cinzas,
E logo saiu voando.

Para bem longe daquele lugar.

Para o paraíso, a eternidade.
Para ser feliz
Pelo resto da vida.

(Bárbara Duarte)

A hora certa

Será que pra tudo na vida existe a tal da "hora certa?", ou as coisas acontecem quando tem de ser? Bom...Eu ainda não consigo encontrar uma resposta coerente para esta pergunta, porque né, pra uma adolescente, é bem complicado, por exemplo, por que não arrumo namorado? Será que sou muito feia? Ou os garotos ficam assustados comigo?

O meu consolo é saber que não sou a única pessoa no mundo com esta dúvida, TODO adolescente tem esse tipo de coisa, pode apostar que até aquela patricinha nojenta que você odeia tem! Se não é com uma coisa, é com outra.

Mas é algo que faz parte da vida, não tem como evitar. Vamos combinar uma coisa? Isso é adolescência, a fase mais bonita e mais gostosa da vida, é a época de festa no meio de um bombardeio, um bombardeio de emoções e sentimentos novos, de novas cobranças, da descoberta do amor, a descoberta da vida adulta.

Retornando ao ponto principal desta carta, aprendi com os anos que tudo acontece por uma razão, nada é por acaso. Se algo ainda não chegou na sua vida, não se preocupe! É porque a vida acha que você ainda não está pronto para tal. Mas vai acontecer. E ela trará o que ou quem você merece no tempo certo.

Don't worry and be happy!

Com amor,
Babi 


domingo, 5 de janeiro de 2014

Socorro! O vestibular tá vindo aí!

Terceiro ano do Ensino Médio, é tempo de vestibular! A única coisa que todo estudante pensa é tentar uma boa universidade, e com isso vem aquele nervosismo, aquele medo terrível de ser reprovado e o pior de tudo: A temida redação!

Muitas vezes, o candidato vai fazer a prova com tudo bem preparado, vários temas em mente, com muitas ideias de texto, mas chega na hora e trava. Surge de repente um medo impossível de descrever, de não ter a mínima ideia do que fazer. É normal se sentir assim em um momento tão importante, contudo o segredo é se preparar muito bem durante todo o ano e manter a calma, pensar que o vestibular é apenas mais um obstáculo que temos que enfrentar para uma nova fase.

Além de fazer uma boa redação, o nervosismo maior é de pensar o que os avaliadores vão achar, seu modo de escrever e colocar as ideias no papel, sua gramática e seu ponto de vista, não é a toa que a redação vale mais pontos, porque é nessa hora que os professores vão saber um pouquinho sobre o candidato.

O mais difícil é fazer com que as palavras sejam suficientemente convincentes para ter aprovação imediata dos corretores. Esta é a luta mais vã, as palavras nunca atingem a todos.

Portanto, o melhor a fazer é dar o melhor de si para conseguir alcançar o grande objetivo - e o sonho de muitos de ingressar na universidade.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O último ano do Ensino Médio

O que eu esperava do meu último ano do colégio? Sinceramente...Não esperei por muita coisa, meu pai  me ensinou a não ter grandes expectativas, pois SEMPRE geram decepções. Então...Voltando ao assunto, quando era mais nova pensava que o terceiro ano seria maravilhoso, igual aqueles de filme americano (MERDA DE HIGH SCHOOL MUSICAL!!!) , mas isso nem sempre corresponde com a realidade.

O último ano é pra lá de chato, estressante, afinal é um ano decisivo, ano de vestibular. Para muitos, é de surtar, pois muita gente tá indecisa com o que quer fazer da vida! Mas o pior de tudo é você querer acabar logo com isso, tipo uma voz gritando na sua cabeça: "ME TIRA DAQUI!!!" Você acha tudo muito idiota, seus colegas e até seus amigos parecem que viram retardados completos, só sabem falar das mesmas coisas: A festinha de sábado, aquela fofoquinha inútil, a semana de provas e blá blá blá...Parece que você nem é deste planeta.

Mas o pior ainda está por vir, além de tudo que falei anteriormente, é o temido vestibular, porque é o que vai definir sua profissão pelo resto da vida. Aí, a vida te chama pra responsabilidade, você começa a trabalhar e não fica nada fácil, daí vai se lembrar do terceiro ano, de como era bom estudar e não mais nenhuma obrigação, como era ser sustentado pelos pais, sair com suas amigas sábado a tarde, namorar sem grande compromisso.

Aí você se dá conta de que apesar de nunca ter tido muitos amigos e praticamente nenhum namorado, o Ensino Médio foram os três melhores anos da sua vida.

Com amor,

Babi

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Primeira carta

Querido amigo,

Esta é a minha postagem neste blog, então eu realmente não tenho uma ideia muito clara de como devo começar. Talvez deva iniciar o post dizendo que fazer o blog foi uma das minhas resoluções para 2014 e como você pode ver, estou realizando-a agora mesmo, logo no segundo dia do ano.
Vou falar aqui sobre o que eu penso sobre coisas do meu dia-a-dia, da minha família, dos meus amigos, dos meus colegas de faculdade.
Confesso que tenho essa vontade desde que estava no 3° ano do  Ensino Médio, contudo não sabia exatamente qual seria meu ponto de partida. Então eu escrevia durante as aulas entediantes de matemática, nas últimas folhas do meu caderno. E minhas amigas liam. E achavam o máximo (Não sei se é verdade, mas era o que falavam).
A partir daí, resolvi escrever mais e mais. E gostaria que outras pessoas além das minhas amigas lessem o que eu escrevo. São coisas que todo jovem no fim de sua adolescência pensa e tenho absoluta certeza que não sou a única pessoa deste mundo que tem as mesmas dúvidas, os mesmos anseios, expectativas, pensamentos...Enfim, acho que quem ler este blog vai se identificar pelo menos um pouquinho.
A minha maior inspiração para dar um ponto de partida foi o livro As vantagens de ser invisível, do Stephen Chbosky. Me identifico demais com o Charlie em algumas coisas, porém diferentemente dele, não escrevo em uma máquina de escrever. Escrevo no blog.
Vou começar postando o que eu escrevi lá no meu terceiro ano, no longínquo ano de 2012. Minhas ideias não mudaram muito depois disso, mas obviamente depois que entrei na faculdade algumas coisas mudam um pouco, não é mesmo?
Não sei quem você é e também não espero que me responda esta carta. São apenas uma forma que encontrei para externar meus sentimentos.

Espero que goste do que escrevo,

Com amor,

Babi